VelloDentista

Vellow Sistemas

O odontograma é a prova.
Por isso ele não se apaga.

O VelloDentista cuida do consultório de ponta a ponta: odontograma em notação FDI, plano de tratamento que vira contrato, sessão que cobra o que executou, mensalidade de aparelho, agenda por dentista e o caixa do dia. Um dente que estava cariado e foi restaurado guarda as duas linhas — e é a segunda que prova a primeira quando o convênio glosa ou o paciente contesta.

52 dentes na notação FDI, com face por face — decíduos inclusive
cada regra que protege prova existe duas vezes: no sistema e no banco
379 verificações automáticas passando a cada mudança

Três coisas que um sistema de consultório não pode errar

Elas não aparecem numa demonstração de dez minutos. Aparecem no dia em que dá errado — e aí não tem conserto.

Duas pessoas no mesmo horário

A trava de sobreposição é uma restrição do banco de dados, não uma conferência da tela. É o que resiste a duas recepcionistas marcando no mesmo segundo. E encostar não é sobrepor: a consulta que termina 09:00 e a que começa 09:00 são vizinhas, não conflito.

Odontograma que se edita

O desenho da boca é append-only: o banco recusa alteração e exclusão, e correção é lançamento novo por cima. Um odontograma editável não prova nada — e é justamente dele que sai a resposta quando o convênio glosa a restauração do 16.

Orçamento que muda de preço sozinho

Aprovado, o valor congela. O desconto é distribuído entre os itens uma vez só, e a soma de todas as sessões bate no centavo com o total que o paciente assinou. Ratear na hora de cobrar cada sessão erra centavos — e o extrato do meio do tratamento passa a mostrar um número que não existe em documento nenhum.

O que o sistema faz

Tudo entregue na Fase 1. Nada aqui é promessa de versão futura.

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Odontograma digital

Os 32 permanentes e os 20 decíduos, em notação FDI, face por face. Mesial é o lado da linha média — e por isso ela troca de lado entre os quadrantes. Incisivo tem incisal, molar tem oclusal, e o sistema não oferece a face que o dente não tem.

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Plano de tratamento

Rascunho, proposta com validade, aceite com o nome de quem assinou, execução sessão a sessão. Cada linha é um procedimento num dente e numas faces, com preço próprio — do convênio quando ele cobre, particular quando não.

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Catálogo e cadastros

Procedimentos com código, abrangência, preço, tempo de cadeira e custo de laboratório. Especialidades, dentistas com CRO e repasse, grade por pessoa, salas. A grade é o denominador da ocupação — não o expediente do consultório.

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Ficha única do paciente

Um CPF, uma ficha. O sistema recusa a segunda e diz o nome da que já existe: duas fichas do mesmo ser humano são duas histórias clínicas, e nenhuma delas completa. Alergia em vermelho, do check-in ao prontuário.

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Agenda por profissional

Os horários livres saem da grade, e a duração vem do tipo de atendimento — um procedimento de 60 minutos não cabe num bloco de 30, e o sistema não oferece o que não cabe. Encaixe existe, é marcado, e o gestor vê quantos foram.

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Jornada do dia

Confirmado, chegou, em atendimento, finalizado — com a hora de cada passo. Daí sai o tempo médio de espera, que calcular depois a partir de log seria arqueologia.

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Ficha de saúde e prontuário

A anamnese odontológica é campo, não parágrafo: anticoagulante, bifosfonato, alergia a anestésico, gestação. Marcado, vira aviso vermelho antes de anestesiar ou extrair. Escrito no meio de um texto, é a informação que ninguém relê na décima consulta — que é justamente a da exodontia.

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Documentos clínicos

Receita, receita controlada com numeração interna, atestado odontológico, encaminhamento, pedido de imagem, orientação pós-operatória e termo de consentimento. Emitido não se altera. O talonário físico da controlada continua com o dentista, e o sistema diz isso na própria tela.

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Linha do tempo do paciente

Tudo o que aconteceu, em ordem — inclusive o que não aconteceu. Falta e cancelamento entram na linha: uma história feita só de consultas realizadas mostraria um paciente exemplar onde houve três faltas seguidas.

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Ortodontia por competência

A manutenção é mensal, não por comparecimento. O aparelho trabalha na boca do paciente no mês em que ele faltou. Cobrar por visita cobra duas vezes de quem voltou para recolar um braquete, e nada de quem sumiu — e o segundo erro é o que ensina o paciente a faltar.

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Pacotes de sessão

Clareamento em três sessões, cada consumo com registro de qual atendimento gastou o crédito. A quarta sessão de um pacote de três só passa com autorização nomeada, nunca com um botão anônimo de forçar.

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Financeiro do consultório

A conta da sessão é uma soma: a cadeira mais cada procedimento executado nela. O repasse do dentista incide sobre o bruto menos o laboratório — numa prótese de R$ 1.850 com R$ 700 de protético, a base é R$ 1.150. Quem paga o laboratório é a clínica.

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Painéis do gestor

Ocupação sobre a grade, no-show com falta e cancelamento tardio separados (são coisas diferentes), conversão de orçamento (quanto foi proposto e quanto o paciente aceitou), produção por dentista, mensalidade em atraso e retornos atrasados — quem devia ter voltado e não voltou.

O caminho do paciente, do telefone à conta

Cada passo carimba a hora. Não é enfeite: é o que permite dizer, no fim do mês, quanto tempo as pessoas esperaram na recepção.

🔒 Sigilo de especialidade

A boca é uma só. A evolução, nem sempre

O odontograma é compartilhado de propósito: o endodontista precisa ver a cárie que o clínico marcou no 26, e esconder isso não protege ninguém — produz retratamento. Já a evolução de uma especialidade marcada como sigilosa (harmonização orofacial, tipicamente) entra no filtro da consulta, não num aviso de tela: o dado não sai pela API nem para quem souber o endereço, e o administrador também não passa.

Recepção

agenda, cadastro, alergias, a linha do tempo e o orçamento pelo valor — é ela que entrega o plano impresso e colhe o aceite. Não vê dente, face nem evolução: o resumo do plano que chega ao balcão simplesmente não carrega diagnóstico.

Profissional

o odontograma inteiro, o que é da sua especialidade e o que ele próprio escreveu. Não escreve no atendimento de outro — nem o administrador escreve. Assinatura clínica tem dono.

Gestão e faturamento

Veem números, contas, produção e indicadores. Não veem conteúdo clínico. O sistema separa o que é da gestão do que é do paciente.

As doze regras que o sistema não deixa furar

Estão no código e, quando protegem prova, também no banco de dados. Regra que mora só na tela é sugestão.

    Entrega em duas fases

    Fase 1 — Entregue

    Odontograma, ficha de saúde, catálogo de procedimentos, plano de tratamento, ortodontia por competência, agenda, jornada da recepção, prontuário, documentos clínicos, pacotes, financeiro, painéis, linha do tempo do paciente e a trilha de quem acessou o quê.

    Fase 2 — Ampliação

    Guia TISS odontológica para convênios, imagens e radiografias anexadas ao dente, periograma com sondagem, portal do paciente, assinatura digital ICP-Brasil e mais de uma unidade na mesma conta.

    O sistema não promete nada da Fase 2 em tela alguma. Prometer o que não existe é o que faz o cliente descobrir na hora errada.

    Quer ver com dados de verdade?

    O sistema sobe com um consultório de demonstração: seis especialidades — uma delas sigilosa —, cinco dentistas com grades diferentes, dezoito procedimentos no catálogo, pacientes com odontograma preenchido (inclusive uma criança em dentição mista), quatro planos de tratamento em estados diferentes e um aparelho com sete meses de mensalidade. Dá para abrir os painéis e ver número, não tela vazia.

    Entrar no sistema